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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Aloé Vera (Aloe barbadensis)



• Esta planta é proveniente de África, embora actualmente exista em todo o planeta.

• O gel de Aloé Vera ajuda na cicatrização de feridas, inclusive por queimadura, sendo também aconselhada a sua aplicação na pele após tratamentos de radioterapia. Apresenta resultados benéficos, também na cicatrização de feridas em pessoas com diabetes.


 

• Estimula a síntese de colagénio, hidrata e ajuda a melhorar o aspecto da pele, contribuindo para a prevenção do envelhecimento precoce.


• O gel de Aloé Vera ajuda a acalmar irritações e inflamações da pele, sendo benéfico o seu uso em situações de eczemas, psoríase, dermatites e fissuras anais. Actua como um antibiótico suave.


• O gel da folha de Aloé Vera contém vários componentes biologicamente activos, dos quais se destacam as mucilagens, polissacáridos, enzimas, vitaminas C e E, sais minerais (principalmente zinco), aloína e proteínas.


• Em diversos estudos, o gel de Aloé Vera demonstrou ter acção antioxidante, anti-inflamatória, antineoplásica, antiviral, antifungica e imunoestimulante. Foram efectuados alguns estudos com doentes com artrite reumatóide, onde se verificou a capacidade anti inflamatória do Aloé Vera, podendo ser um precioso aliado no combate à inflamação causada pela artrite reumatóide.


• O Aloé Vera, quando usada a planta inteira (sumo ou xarope), possui acção laxante, devido à presença de derivados antracénicos. Ajuda a desintoxicar o organismo, equilibrar a flora intestinal e a reduzir inflamações.


• Encontra-se disponível no mercado em cápsulas, gel, sumo, xarope e creme. A dosagem e a parte da planta utilizadas deverão ser sempre adequadas a cada caso, com vista a obter os resultados pretendidos.


• As grávidas, lactantes e mulheres com hemorragia uterina, não deverão usar internamente o Aloé Vera.

Dra. Eduarda Alves.
Especialista em Nutrição e Dietética
Directora Clínica dos Alimentos


sábado, 25 de setembro de 2010

Quais são as vantagens do aleitamento materno?

As vantagens são tantas que se torna impossível enumerá-las todas.

Para o lactente

- O leite materno é nutricionalmente superior a qualquer alternativa, sendo o alimento perfeito e especialmente produzido e adaptado ás necessidades individuais de cada lactente;

- Facilita uma forte relação mãe e filho, pois o contacto físico é maior.

- O leite materno proporciona uma melhor absorção e digestão de todos os nutrientes.

- O leite materno contém a lactoferrina que aumenta substancialmente a absorção do ferro e impede o crescimento de algumas bactérias patogénicas no intestino, as quais não proliferam sem a presença do ferro.

- Cobre todas as necessidades dietéticas durante os primeiros 6 meses de vida;

- Adapta-se à imaturidade digestiva e metabólica do lactente;

- Maior aproveitamento dos nutrientes;

- Proporciona factores biológicos importantes de imunidade;

- É menos alergénico que qualquer outro alimento;

- Está sempre pronto e à temperatura ideal, sendo bacteriologicamente seguro, contendo factores anti-infecciosos que protegem de infecções frequentes.

- Os bebés que recebem aleitamento materno são menos propensos à superalimentação, prevenindo-se a obesidade infantil.

- Os bebés amamentados adoecem menos, tendo menos diarreias, menos cólicas, colites, devido à presença do factor bífido que promove o crescimento de uma bactéria benéfica, no intestino da criança, chamada de lactobacíllus bifídus). Esta bactéria especial em conjunto com o baixo pH do leite materno, impede a proliferação de outras bactérias patogénicas que poderiam provocar desarranjos intestinais e várias doenças.

- Devido à protecção anti-alérgica (proteínas homólogas) há uma menor incidência de sinusite, asma, eczemas, colite, …

- O aleitamento materno promove um bom desenvolvimento mandibular e dos dentes, pois é necessário um maior esforço para mamar, promovendo um bom desenvolvimento das mandíbulas e um menor risco de má oclusão.

- Segundo alguns estudos as crianças que foram alimentadas com leite materno são mais inteligentes obtendo melhores resultados nos seus estudos e em testes de inteligência.


Para a mãe
- Ajuda a mãe a recuperar o seu peso habitual, pois produzir leite e amamentar consome cerca de 600/700 calorias por dia (equivalente a 6 carcaças ou a 8 maçãs).

- Promove um contacto intimo mãe/bebé; As mães que amamentam sentem-se mais tranquilas e seguras.

- É muito mais económico;

- É mais cómodo;

- Está sempre pronto e à temperatura ideal;

- É microbiologicamente seguro, estando sempre fresco, à temperatura ideal e pronto a servir em qualquer hora e em qualquer sítio.

- Recuperação mais rápida do seu peso habitual;

- Involução uterina mais rápida, verificando-se também um menor sangramento após o parto. A amamentação aumenta a produção de oxicitocina, a qual vai promover as contracções que vão facilitar a expulsão da placenta e ajudar o útero a recuperar o seu tamanho inicial.

- Menor incidência de cancro da mama; Se todas as mulheres amamentassem por 24 meses, ou mais, a incidência do cancro da mama diminuiria em aproximadamente 25%.

- Espaçamento das gravidezes;

- Reduz o risco de osteoporose, pois de acordo com estudos recentes, a incidência de osteoporose em mulheres que não amamentaram foi 4 vezes superior relativamente às que amamentaram.

- Segundo alguns estudos, amamentar reduz a necessidade de insulina em mães com diabetes insulinodependente durante o período pós parto.

- Por tudo o que já foi dito anteriormente conclui-se que melhora a qualidade de vida da criança, da mãe e do pai.

Vantagens para o meio ambiente

- Evita-se a utilização de toneladas de alumínio, papel, tintas, plástico, silicone, borracha e vidro, que se gastariam na produção de latas, biberons, roscas, tetinas, folhetos e posters publicitários, etc. Amamentar é também um acto ecológico, pois todos estes materiais, bem como outras substâncias utilizadas na sua produção, são poluentes. Para além de se poupar água, electricidade e gás necessários para a lavagem, desinfecção, fervura da água, etc.

Um Abraço,

Eduarda Alves.





sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Como congelar legumes e hortaliças?

 
 

Congelados cheios de sabor!




Para que os legumes e hortaliças não percam valor nutricional e mantenham o seu sabor, aspecto, aroma, consistência e cor, durante a congelação deverão ser seguidas algumas regras:




• Congele apenas os legumes e hortaliças muito frescos. Rejeite todos os que estiverem murchos, tocados ou com marcas de insectos.

• Prefira sempre os vegetais da época, são muito mais frescos e saborosos e também mais económicos.

• Não deverão estar demasiado verdes ou demasiado maduros.

• Lave-os muito bem em água corrente e arranje-os como se fosse para cozinhar

• Depois de lavados e arranjados, faça-lhes uma operação de branqueamento (coloque-os num recipiente de água a ferver durante cerca de 3 minutos). É preferível fazer este procedimento com pequenas quantidades (cerca de 500 g) de cada vez.

• A operação de branqueamento é muito importante para retardar a acção das enzimas e evitar a perda de sabor, cor e a degradação dos vegetais.

• Após a operação de branqueamento proceda ao imediato arrefecimento dos vegetais, colocando-os num coador, debaixo de água fria.

• Escorra-os e seque-os muito bem com papel absorvente ou com um pano limpo que não largue pelos.

• Separe na quantidade em que vão ser consumidos, em doses individuais ou familiares.

• As embalagens mais adequadas para o congelamento de vegetais são os sacos e recipientes de plástico ou o papel de alumínio. Retire sempre o ar.

• Escreva nas embalagens o nome do vegetal, a data da congelação e o seu prazo de validade.

• Coloque na arca de congelação, deixando intervalos que permitam uma circulação de ar eficiente. Accione o botão de congelamento rápido. A temperatura de conservação de congelados, deverá ser de menor ou igual a – 18º C.

• No congelador do frigorífico, não deverá manter os vegetais congelados por mais de 1 mês. Na arca de congelação poderá manter os vegetais congelados durante 10 a 12 meses.

• Não é necessário descongelar previamente. Deverá colocá-los congelados a cozinhar, em água (pouca) a ferver e um pouco de sal, ou directamente em sopas ou estufados.



Assim poupará bastante tempo e poderá ingerir vegetais em todas as refeições principais (almoço e jantar), contribuindo para a manutenção de uma Boa Saúde. Lembre-se que nós somos o que comemos!




Saudações vitaminadas para si e para os seus,


Eduarda Alves. Dietista – Membro efetivo da Ordem dos Nutricionistas


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